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Lara Malta
Comentário ·
há 9 anos
CNJ proíbe o registro de "polifamílias" em cartórios no Brasil
Lucas Domingues
·
há 9 anos
Euclides Araújo, só um esclareciemento: essas situações diferem bastante da poligamia como conhecida historicamente. Na poligamia "tradicional" um indivíduo (geralmente um homem) casa-se com varias mulheres, ao mesmo tempo ou no decorrer do tempo. Mas as mulheres não estão casadas umas com as outras. No caso discutido todos os indivíduos estariam "casados" uns com os outros. Ou seja, todos têm relações sexuais uns com os outros e inclusive em grupo. Na poligamia tradicional, especialmente na religiosa, isso é inadmissível. No mais, Reconheço o ataque à família tradicional como um ataque à cultura ocidental de raízes juidaico-cristãs e a tentativa de redefinir nossa sociedade e destruir a heteronormatividade. Porém, deixamos a porta escancarada para o "progresso" quando permitimos que o "inofensivo" casamento gay entrasse sob o pretexto de que o que as pessoas querem para si não impacta a sociedade e a vida privada dos demais.Casamento sempre teve dois fundamentos: o gênero e o número. Primeiro a união de um homem e uma mulher (gênero) e, em segundo lugar, a união entre 2 pessoas (número). Se o pilar gênero foi derrubado, quem seremos nós para impedir o que vem em seguida! Salve-se que puder!!!
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Lara Malta
Comentário ·
há 9 anos
Novas regras para inquilinato
Raphael Faria
·
há 9 anos
Em minha experiência como advogada ainda não encontrei um único locatário vítima oprimida na roda bruta do capitalismo. Sei que existem os que por questões extremas se veem sem poder pagar o aluguel, mas na prática somente conheci locatários cara de pau que prometem, mas não pagam o que devem, tampouco têm a dignidade de procurar um lugar mais barato ou até mesmo o amparo temporário da casa de um familiar. Permanecem no imóvel, deteriorando-o, e contando com a morosidade da justiça para ter moradia, sem pagar com ela. Do mesmo modo, o "boom" imobiliário fez despencar o valor do aluguel dos imóveis. Hoje, alguns analistas apontam ser mais vantajoso alugar do que financiar. O que tira os imóveis do mercado, principalmente os de valores populares, é a insegurança jurídica dos locadores que imaginam que 500,00 por mês não vale o risco e a dor de cabeça de colocar um desses "oprimidos" no seu imóvel e depois ter que contratar advogado para fazê-lo sair, deixando o imóvel destruído e com contas de consumo pendentes!
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Lara Malta
Comentário ·
há 9 anos
Nova lei obriga empresas a expor diferença entre salários de homens e mulheres no Reino Unido
Camila Vaz
·
há 9 anos
Verdade! Esse "wage gap" é questionados em todo o mundo. Não levam em consideração que homens em geral tendem a fazer mais horas extras, são maioria nos empregos perigosos e que, de uma forma geral mulheres e homens fazem escolhas diferentes, tanto em relação à carreira, quanto em relação às horas de trabalho vs horas de lazer/família. Pesquisas mostram também que homens em geral são mais atraídos para funções na área de ciências, matemática e tecnologia, que tendem a oferecer mais altos salários. Homens também, em geral, são mais ambiciosos e isso se reflete nos pedidos de aumento: já foi demonstrado que homens pedem por aumentos maiores e com mais frequência do que as mulheres. Por outro lado, pesquisas nos EUA mostram que mulheres que nunca casaram e não tiveram filhos ganham em média mais do que homens em muitas carreiras, já mulheres com filhos tendem a voltar ao mercado de trabalho buscando empregos com horário flexível e/ou trabalham part time.
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Antonio Luiz Rocha Pirola
Comentário ·
há 9 anos
O que poderia dizer o Código Penal sobre a interação de criança com artista nu no Museu de São Paulo?
Roberto Albuquerque
·
há 9 anos
Estamos presenciando neste exato momento no Brasil o plano de 6 etapas para mudança de comportamento que sendo colocado em prática. Entenda agora como funciona este plano: Etapa 1- Alguma prática tão ofensiva que nem deveria ser discutida em público é defendida por um especialista respeitável em um foro respeitável. Etapa 2- A princípio, o público fica chocado, depois indignado. Etapa 3- O simples fato de tal coisa ter sido debatida em público tornar-se o assunto do debate. Etapa 4- No processo, a repetição prolongada do assunto chocante em discussão gradualmente anula seu efeito. Etapa 5- As pessoas não estão mais chocadas pelo assunto. Etapa 6- Não mais indignadas, as pessoas começam a argumentar e pedir posições de moderação dos extremos; ou, aceitam a premissa, propondo os modos de alcançá-la.
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Antonio Luiz Rocha Pirola
Comentário ·
há 9 anos
O que poderia dizer o Código Penal sobre a interação de criança com artista nu no Museu de São Paulo?
Roberto Albuquerque
·
há 9 anos
Infelizmente a presença de uma criança longe de ter sido algo acidental ou uma simples falta de cuidado da mãe, na verdade faz parte de um programa de erotização de crianças em idade escolar. Dias antes "exposição" semelhante foi realizada também no Goethe Institut de Salvador, entidade ligada ao governo alemão. Lá também foi apresentara a performance e foi possível ver o mesmo incentivo à interação de crianças que houve em São Paulo com direito, inclusive, a ciranda infantil com o artista nu ao final. Há informações de que não se trata de um caso isolado. O que está acontecendo vai muito além do apoio à cultura e às artes.
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Murilo Cepulveda
Comentário ·
há 9 anos
Devemos impor limites à Arte?
Bruno Leite
·
há 9 anos
Esse tipo de assimetria moral é simplesmente assustadora. Primeiramente porque parte da falsa premissa de que houve "censura", quando a situação real foi um boicote voluntário e o encerramento também voluntário da exposição, por parte do Banco Santander, que, se quisesse, poderia ter mantido a "mostra cultural". Ora, se não não houve imposição judicial ou política com o comando "encerre a exposição", não há que se falar em censura, mesmo porque este tipo de vedação constitucional surgiu para proteger o povo perante abusos do estado, que, neste caso, não interveio. Em segundo lugar, dizer "sou cristão" e depois "feche os olhos" é simplesmente incoerente. Se você é cristão, pode dar a SUA outra face a bater, e não exigir que os seus irmãos deem as deles, sob pena de você estar agindo como "dono da verdade" enquanto acusa os outros de o serem. Ademais, trata-se de uma exposição financiada com dinheiro público, aberta ao público, logo é de interesse público. Fosse uma roda fechada de odiadores do cristianismo, aí seria possível alegar "gosto de cada um", mas não foi o caso. Neste sentido, dizer que "ninguém é obrigado a ir no museu" é uma redução demasiadamente pueril do verdadeiro problema. Quer dizer, ninguém é obrigado a ir, mas somos todos obrigados a financiar com nosso dinheiro de contribuinte e, mesmo assim, recomenda-se "fechar os olhos" para isso? Que senso distorcido de justiça é esse? E tem mais, se "as obras são para adultos" como o senhor alega, então por que permitiu-se em primeiro lugar que crianças frequentassem o local? É responsabilidade dos organizadores delimitar a faixa etária que terá acesso às obras. Se você mesmo admite que as obras eram para adultos mas os organizadores permitiram o acesso a crianças (o que houve de fato), então logo de cara já se percebe que houve erro e conduta inadequada dos responsáveis pela exposição e cai por terra sua arguição de irresponsabilidade dos pais, que na verdade são vítimas da situação. Ou será que o Santander deixou aviso claro a eles de que a exposição continha imagens de cunho sexual? Pois não parece que foi o caso. Aliás, bastaria tirar o "cristianismo" da equação e imaginar situação idêntica com outra religião, e logo se perceberia que era caso de ultraje a objeto de fé. Fosse o alcorão em vez de hóstias com o nome de órgãos genitais escritos nele, esta página estaria cheia de progressistas atacando o evento em vez apelar à ridícula comparação de "grito contra os padrões expostos" (e acredito que, aqui, o senhor quis dizer "impostos", atendendo ao pedágio ideológico revolucionário de impor o rótulo de impositor àqueles que não concordam com você). Maldita é a nossa época, em que o cumprimento da lei (no caso, o Art. 208 do Código Penal, cujo texto abrange o cristianismo assim como qualquer outra religião)é visto como censura e injustiça, mas expropriar dinheiro do contribuinte para cuspir na fé deles é suprassumo da normalidade.
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